sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Ganhando a residência permanente


Quando voltei pro Canadá no fim de janeiro de 2008, fiquei em Montreal por pelo menos 4 meses. Foi um ano importante porque consegui minha documentação de residente. Antes eu tinha que ficar renovando meu visto de turista ou pedindo extensão pra não ficar ilegal no país. E realmente era um saco ter que ficar mexendo com papéis o tempo todo.
A diferença entre ser uma "turista morando aqui" e uma residente permanente é somente um papel. E claro a liberdade de ir e vir quando bem entender, sem ter que pedir permissão.
Fomos Charles e eu pra tal "entrevista" que tinham marcado. Eu morrendo de medo de ter dado algo errado, fui toda nervosa. Chegando lá, tinha mais ou menos umas outras 300 cabeças pra tal entrevista. Uma mulher entrou e falou sobre o passo que demos e o quando o Canadá é maravilhoso, aquele blablabla de sempre. E depois disse que seríamos chamados pelo nome pra conversar com alguém. Fui chamada depois de esperar mais ou menos uns 20 minutos, e como Charles é meu sponsor ele teve que ir junto. O rapaz muito educado, me perguntou se eu tinha cometido algum crime no meu país ou em algum outro lugar do mundo, se as informações que constavam no meu processo era realmente verdadeiras e me fez assinar duas vias da Confirmação de residência, pediu as fotos e soltou: Félicitations et bienvenue au Canada.
Shit!!! Tanto estresse mental pra isso? Tudo bem que o meu processo de imigração é bem mais fácil que o da maioria, mas foi dolorosa a espera como é pra todo mundo e no fim era isso.
Fiquei muito feliz porque à partir desse 20 de março dei uma passo largo e passei a ter todos os direitos de um cidadao canadense exceto o direito de votar.
Resumo da ópera? Vale a pena ser dentro da lei em qualquer lugar do mundo... Continuo não aconselhando a ninguém vir aqui sem visto ou em outro país.

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